Uma mulher perdida

Definido por Truman Capote como “um livro que mostra o que é escrever de verdade”, "Uma mulher perdida" retrata o declínio do espírito do pioneiro americano — “o fim de uma era”.

 

Livremente inspirado em eventos da vida de Silas Garber, fundador de Red Cloud, Nebraska, e terceiro governador do estado, e de sua esposa, Lyra, o romance narra a história de Marian Forrester e seu marido, Capitão Daniel Forrester, magnata da construção ferroviária. O casal mora em Sweet Water, cidadezinha fictícia no oeste americano, onde a vida gira em torno da ferrovia transcontinental. A narrativa é escrita da perspectiva de Niel Herbert, um jovem que adora a sra. Forrester e que a vê como a personificação da feminilidade.

 

Com o tempo, porém, Niel descobre o que concebe como falhas na imagem perfeita que tem de Marian, rachaduras em sua figura familiar exemplar.  A partir daí, passa a questionar se a admira pelo que ela de fato é ou se o que adora é o retrato dela que ele próprio criou para si como representação de um passado idealizado. Ao colocar essa dúvida nos olhos e na boca de um personagem jovem, em formação, Cather faz uma crítica ao mito da cultura perdida e do passado glorioso e um alerta bastante atual dos perigos do reacionarismo. Portanto, embora o romance tenha sido considerado pelos críticos o “Madame Bovary americano”, a heroína de Cather faz bem menos concessões do que a de Flaubert ou mesmo a de Tolstói.

A edição da Ponto Edita tem apresentação de Nicolas Neves, professor de literatura e criador do canal Las hojas muertas y otras hojas, posfácio de Mark Robison, especialista na obra de Cather, e uma seleção de ensaios da autora em tradução inédita. Além disso, incluímos também o discurso proferido pela autora na cerimônia do Pulitzer, uma cronologia de vida e obra e uma a curiosa troca de correspondências com F. Scott Fitzgerald.

A capa da edição da Ponto Edita, ilustrada por Bruno Kulczynski, é uma leitura contemporânea da aquarela clássica de Francis Cugat criada para a primeira edição de O Grande Gatsby e funciona como uma tradução gráfica da beleza da idade, do desgaste e do tempo (elementos fundamentais na narrativa de Cather). O projeto gráfico, concebido pela artista gráfica recifense Carolina Lobo e realizado pelo Estúdio Paragráfico, de São Paulo, explora elementos inspirados no design geométrico elegante dos anos 1920.

 

"Uma mulher perdida" é o livro nº 1 da Ponto Edita.

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ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

Uma mulher perdida Autor Willa Cather Tradutor Mauricio Tamboni 

ISBN 978-65-80232-00-0 Idioma português  Dimensão 14 x 21 cm Edição 1ª 

Ano de publicação 2019 Número de páginas 224 Coordenação editorial Luís Fernando Protásio  Apresentação Nicolas Neves Posfácio Mark Robison Preparação Isabela Vicentin Revisão Mellory Ferraz, Joana Negri Projeto gráfico Carolina Lobo

Composição Joana Silveira Mello Produção gráfica Estúdio Paragráfico

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