Willa Cather nasceu em 7 de dezembro de 1873 na Virginia e, embora tenha passado a maior parte da vida adulta primeiro em Pittsburgh e posteriormente em Nova York, foram as pradarias do Nebraska, onde viveu a adolescência, que a marcaram de forma decisiva. Suas representações dessa paisagem são um marco na literatura americana, um verdadeiro retrato do Oeste e da figura do pioneiro que o desbravou.

Admirada por Sinclair Lewis, F. Scott Fitzgerald e Truman Capote e alçada ao panteão do cânone americano por Harold Bloom, que considera My Ántonia e Uma mulher perdida “suas obras-primas”, Cather é uma das mais notáveis romancistas americanas do início do século xx, figurando ao lado de nomes como Edith Wharton, Ernest Hemingway e William Faulkner. Experimentou a linguagem do romance, do conto e da poesia, colaborou em jornais e revistas importantes, foi laureada com o Prêmio Pulitzer em 1923 e deixou um vasto acervo de correspondências.

Retrato de Willa Cather, c. 1926. / Divulgação

Uma Mulher perdida - Willa Cather
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